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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Menino de 13 anos revoluciona método de captação de energia solar


Difícil de acreditar? Com apenas 13 anos, o nova-iorquino Aidan Dwyer desbancou os mais renomados cientistas, de todo o mundo, que dedicam seus dias a pesquisas a respeito demétodos mais eficientes de captação de energia solar. Como? Estudante da sétima série do Ensino Fundamental, o menino construiu, sozinho, uma estrutura que capta 20% mais energia solar do que os atuais painéis fotovoltaicos.
E o melhor: para chegar à nova descoberta, o menino não realizou nenhuma pesquisa exorbitante. Apenas, exercitou o hábito de observar a natureza e aprender com sua sabedoria. Isso porque o projeto de Aidan para captar energia solar imita a estrutura de uma árvore – com galhos e folhas aparentemente irregulares, mas que cumprem muito bem sua função de coletar luz solar para realizar fotossíntese e, assim, produzir energia.
Depois de muita observação – e, claro, pesquisas na internet –, Aidan constatou que, de fato, uma “árvore metálica”, que possuísse placas fotovoltaicas em diferentes níveis (entenda melhor na foto, ao lado) captava muito mais energia do que um painel fotovoltaico plano, como os usados atualmente. Depois disso, foi “só” construir a estrutura que ele idealizou – mais uma vez, com a ajuda da web.
O projeto deu tão certo que Aidan virou celebridade no mundo científico: o garoto foi premiado pelo American Museum of Natural History, dos EUA, e nesta semana participou daConferência World Future Energy, nos Emirados Árabes, ao lado de importantes nomes, como o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon. Alguém ainda duvida da genialidade do menino?






Por:Débora Spitzcovsky

Imagens: Divulgação/American Museum of Natural History

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Doenças de Velho....



Céu encoberto.... Enchentes a vista!!



Céu de São Paulo na tarde de ontem (17/01). E logo depois.......


Transtornos para todos os lados, esse foi em Santo André, no bairro Bom Pastor. 


Existe amnésia alcoólica?


Nem todo mundo que bebe, dá vexame e depois diz que não lembra de nada está mentindo. "Amnésia alcoólica existe, sim. E é inclusive bem comum após a ingestão excessiva de álcool", afirma o psiquiatra Arthur Guerra, supervisor do Grupo de Estudos sobre Álcool e Drogas da USP.

Se você beber pouco, vai ficar animado, falante e lembrar de tudo. Mas, com o acúmulo de doses, o álcool passa de estimulante a sedativo. "É como passar por uma endoscopia: você não recorda o que houve um pouco antes, durante e logo após o exame", diz Carlos Salgado, presidente da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e Outras Drogas.

O que não significa que memória de bêbado não tem dono. "É como se elas tivessem uma senha e, para destravá-las, fosse preciso reproduzir as condições em que foram adquiridas", diz o neurocientista da USP Gilberto Xavier. Ou seja, para relembrar o que aconteceu durante uma bebedeira, o jeito é beber de novo.

Imagem: Getty Images


terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Tô me vendo...... rsrsrsrsrsr

Fonte: http://www.facebook.com/photo.php?fbid=347687818593991&set=a.338266836202756.94103.338258416203598&type=1&theater

Rede de cafeterias constroi loja em contêineres que transportavam café


Quem é fã de café vai gostar da novidade: a Starbucks, uma das maiores redes de cafeterias do mundo, inaugurou nos EUA uma loja construída dentro de contêineres, que antes serviam para levar os grãos de café e produtos da marca de um lugar a outro. O exemplo pode servir para futuras lojas da rede.
Segundo eles, o objetivo é conseguir a certificação LEED em todas as lojas construídas depois de 2010. O selo é obtido por quem segue as normas e padrões de construções sustentáveis doGreen Building Council, como sistema de reaproveitamento de água, redução de gastos com energia, gestão dos resíduos da construção e uso de materiais recicláveis.

(Imagem: Divulgação)

Por: Lydia Cintra

As segundas-feiras são mesmo tão ruins?


“Sabe do que eu gosto em relação às segundas? Nada“. É bem provável que você também pense dessa forma. Tem até quem sinta uma vontadezinha de chorar quando o despertador toca e a semana útil está ali, dando um tapa na sua cara. A gente se acostumou a odiá-las, mas as segundas-feiras são mesmo tão ruins? A resposta é sim. E, ao mesmo tempo, não.
De fato, certas coisas ruins tendem a acontecer mais nas segundas-feiras. O mercado de ações, por exemplo, rende menos, diz um estudo das universidades de Chicago e da Pensilvânia (EUA) — supostamente, porque o otimismo dos investidores diminui durante o fim de semana. O número de suicídios aumenta, especialmente entre as pessoas de meia-idade, de acordo com uma pesquisa da Universidade da Califórnia (EUA). E presta atenção nessa: os serviços de atendimento telefônico que dão informações sobre DSTs recebem um número maior de ligações, segundo pesquisadores da Universidade de Maastricht (Holanda) — o pessoal fica especialmente preocupado em ter contraído alguma coisa durante o fim de semana.
Mas o trânsito, ao contrário do que muita gente acha, é mais tranquilo nas segundas (e nas sextas) do que nas terças, quartas e quintas. Quem diz é o pesquisador britânico Tim Harford — e o palpite dele é que são esses os dias em que as pessoas escolhem faltar no trabalho.
E o nosso humor? Ele não sofre tanto quanto a gente acha com o início da semana. No livroStumbling on Happiness (no Brasil, O que nos faz felizes), o autor Daniel Gilbert, professor de psicologia da Universidade de Harvard (EUA), explica que, assim como superestimamos o quão felizes vamos nos sentir no dia do nosso aniversário, subestimamos nossa felicidade nas manhãs de segunda. Ou seja, você sempre acha que vai acordar querendo morrer — e continua achando, por costume —, mesmo que a realidade nunca seja tão ruim.
No fim das contas, a culpa é toda nossa. Um estudo da Universidade de Sidney (Austrália) aponta que gostamos de prever nosso humor para cada dia da semana — mas não somos bons nisso. Não gostamos das segundas-feiras porque nos prendemos à ideia de como achamos que vamos nos sentir na segunda-feira, e não em como realmente nos sentimos.
Ouviu? Então pare de fazer o coitadinho e dê uma animada aí. A segunda pode ser sua amiga.

Por: Thiago Perin

(Visite o link Barking up the wrong tree)


Crédito da foto: flickr.com/wainwright